Cadeiras da Aleam devem ser ocupadas por 16 partidos em 2023

Das 24 vagas em disputa na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), 19 já estariam asseguradas por 13 partidos. As outras cinco devem ser disputadas entre 14 legendas.

A indicação foi apresentada, em live, no final da manhã desta terça-feira (20), pelo CEO da empresa Perspectiva Mercado e Opinião, Durango Duarte, que tem expertise em divulgar pesquisas de intenções de voto no Amazonas.

Faltando 12 dias para os amazonenses irem às urnas, o especialista ‘bateu o martelo’ em nomes que podem figurar no parlamento estadual a partir de janeiro de 2023, tendo, pelo menos, quatro rostos novos na Casa Legislativa.

Estes rostos integram as legendas que terão a maior bancada da Aleam: União Brasil e Avante, com 4 e 3 deputados eleitos, respectivamente.

Falando em União Brasil, é deste partido que pode sair o nome mais votado do pleito. Segundo Durango, o atual presidente da Casa, Roberto Cidade, será reconduzido ao parlamento como o campeão de votos. Os outros três nomes apontados pelo CEO com vagas garantidas são Joana Darc, George Lins e Mário César Filho.

 

Pelo Avante, o irmão do prefeito David Almeida, Daniel Almeida, deve liderar o número de votos. As duas outras vagas devem ficar com Mayra Dias, esposa do prefeito Bi Garcia, de Parintins, e com o já deputado estadual Abdala Fraxe.

 

Ainda segundo o CEO da Perspectiva, o PSC tem duas cadeiras asseguradas. Uma delas deve ficar novamente com a deputada Alessandra Campêlo. Outros seis nomes devem disputar a segunda vaga. São eles: Coronel Dan Câmara, Dr Gomes, Dr Mike, Maria Bonita, Caio André e Papi.

 

O Republicanos e o PL também devem contar com duas vagas, cada um. Pelo primeiro, a ‘aposta’ é pela reeleição de Mayara Pinheiro – que em 2018 foi a parlamentar mais votada do pleito – e João Luiz. Caso consigam uma terceira vaga, a briga fica entre Márcia Macena, esposa do prefeito de Careiro Castanho, Nathan Macena, vereador Carpê Andrade e o deputado Dermilson Chagas.

 

Na sigla liberal, as vagas devem continuar com os deputados Delegado Péricles e Cabo Maciel. Caso também consigam fazer mais um nome pelo quociente eleitoral, é provável que o nome saia da disputa entre a deputada Therezinha Ruiz e Débora Menezes, filha de Coronel Menezes, que concorre ao Senado.

 

A única vaga assegurada pela Federação PT, PCdoB e PV deve ficar com o deputado Sinésio Campos. Outros três nomes disputam uma provável segunda vaga: Carlinhos Bessa, Álvaro Campelo e Praciano.

 

Patriota, MDB, PMB e a Federação PSDB/Cidadania também têm apenas uma vaga assegurada. Deles, apenas o PMB aparece com um nome confirmado por Durango: o do empresário Rozenha.

 

Felipe Souza e Joelson Silva devem disputar a vaga do Patriota; Jesus Alves e Cristiano D’ângelo, ambos do interior, vão brigar pela cadeira do MDB e, pela Federação, a vaga deve ficar entre Wilker Barreto e Conceição Sampaio.

 

Cada voto importa

 

PSB, Solidariedade e PMN têm possibilidades de colocarem representantes no parlamento estadual. No entanto, é preciso correr contra o tempo e ir em busca dos votos do eleitor indeciso.

 

O PSB pode fazer um deputado estadual, mas depende do quociente eleitoral. Na Casa Legislativa desde 2014, Serafim Côrrea corre o risco de ficar de fora caso não faça entre 28 mil e 35 mil votos.

 

Pelo Solidariedade, o nome cotado para a provável vaga é Bosco Saraiva, que optou por não concorrer à reeleição como deputado federal.

 

No PMN, quatro nomes disputam a única possibilidade de vaga que a sigla pode fazer. Caso faça, o partido será representado por Edilson Gurgel, Kennedy Marques, Sargento Salazar ou Rosinaldo Bual.

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